fólio de galileu onde retrata as fases da lua9.5.07
existencialismo romântico
não tenho nem a experiência nem a sabedoria para falar legitimamente sobre a arte de viver. mesmo assim, apetece-me tecer duas ou três considerações pseudo-existencialistas a propósito da beleza da vida que se encontra no dia-a-dia, à noite ou de dia, aqui e ali, na rua ou no café, no café ou na torrada, na cor das flores, nos dias de chuva, no som das ondas, enfim, três ou quatro considerações que, como se vê, se fazem entoar de um certo romantismo.
chamar-lhe-ei então existencialismo romântico num parágrafo e diz assim:
saber-se parte integrante do aqui e agora. saber-se animal entre os sociais e social entre os animais. saber-se digno, de si pra si e com os outros. saber-se sentir um ser moral com valores assentes em pilares de verdade e honestidade. saber-se sentir cidadão entre cidadãos. saber sentir-se um irmão. saber ver no passado aquilo que interessa e engulir ou cuspir o que faz perder tempo. saber ver no presente a oportunidade de crescer ainda mais. saber ver no futuro um caminho e não uma meta.
(- se eu sou assim? nem mais nem menos do que tu... às vezes mais, outras vezes menos.)
4.5.07
1.5.07
maybe untitled
maybe today
maybe to see
maybe to say
maybe i may
maybe i’ll stay
maybe you’ll run
too far away
maybe i’ll pray
just for one day
for you to loose
for you to lay
29.4.07
foi agora mesmo
ia jantar quando se acenderam.
mas agora,
agora vou dormir.







